terça-feira, 9 de agosto de 2011

PARÁBOLA DO MÉDICO E DO NOIVO - MATEUS 9:10-15


PARÁBOLA DO MÉDICO E DO NOIVO -  01

TEXTO: MATEUS 9:10-15
10. E aconteceu que, estando ele em casa sentado à mesa, chegaram muitos publicanos e pecadores, e sentaram-se juntamente com Jesus e seus discípulos.
11. E os fariseus, vendo isto, disseram aos seus discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?
12. Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes.
13. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.
14. Então, chegaram ao pé dele os discípulos de João, dizendo: Por que jejuamos nós e os fariseus muitas vezes, e os teus discípulos não jejuam?
15. E disse-lhes Jesus: Podem porventura andar tristes os filhos das bodas, enquanto o esposo está com eles? Dias, porém, virão, em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão.

Introdução
             Jesus não somente chamou Mateus para ser seu seguidor, mas sim chegou até sentar-se à mesa junto  com homens e mulheres que eram como Mateus: publicanos e pecadores notórios. Aqui se expõe uma pergunta muito interessante: Onde teve lugar esta refeição de Jesus com os publicanos e pecadores? Somente Lucas diz, de maneira explícita, que a refeição teve lugar na casa de Mateus, ou Levi ( Mateus 9:10-13; Marcos 2:14-17; Lucas 5:27-32).
Definição/discussão
            Suas palavras são muito mais agudas. Jesus disse: "Não vim chamar justos e sim pecadores ao arrependimento."  A palavra grega utilizada é kaláin, o termo técnico que aparece nos convites cursados para participar de uma festa ou em uma refeição. Na parábola do Grande Banquete (Mat. 22:1-10; Luc. 14:15-24), conforme recordaremos, os hóspedes convidados rechaçaram seu convite, e então se chamou os pobres, os aleijados e os cegos, tirando-os das ruas e caminhos onde mendigavam, e foram assentados à mesa do Rei. Pode ser que Jesus esteja dizendo: "Quando vocês fazem uma festa, convidam os religiosos, piedosos, que se orgulham de sua virtude; quando eu faço uma festa, ao contrário, convido os que têm maior consciência de seu pecado e mais necessitam de Deus."  Seja como for, tendo ocorrido esta refeição na casa de Mateus, para os fariseus e os escribas ortodoxos a situação foi chocante em extremo. Em termos gerais o povo na Palestina se dividia em duas categorias: os ortodoxos, que observavam a Lei em seus mais mínimos detalhes e estipulações; e o povo em geral, que não prestava atenção às minúcias da Lei. Estes eram chamados  o povo da terra e os ortodoxos foram proibido viajar junto com eles, comercializar com eles, dar algo ou receber algo deles, recebê-los como convidados ou ser convidados a suas casas. Ao juntar-se com estas pessoas, Jesus estava fazendo algo que nenhum religioso ortodoxo de sua época teria feito. 
            A defesa de Jesus foi de uma simplicidade exemplar. Disse apenas que ia onde a necessidade era maior. Não seria bom médico o que só visitasse as casas dos sãos; o lugar de um médico é junto aos doentes. Sua tarefa e sua glória é estar onde é necessário. Eram os pecadores que necessitavam de Jesus, e entre eles viveu Sua vida.     Quando Jesus disse: "Não vim chamar os justos, e sim pecadores", pronunciou palavras que devem  entender-se corretamente. Não significam que haja pessoas tão boas e perfeitas que não necessitam nada do que Ele possa lhes oferecer, Menos ainda significam que Jesus não tenha estado interessado nas pessoas boas. O que Jesus quis dizer foi: "Não vim para convidar a pessoas tão satisfeitas consigo mesmas que estão convencidas de sua bondade e que acreditam não necessitar a ajuda de ninguém; vim para convidar aos que são conscientes de seus pecados e sabem desesperadamente que necessitam um  salvador." Quis dizer: "Somente os que sabem até que ponto precisam de Mim são capazes de aceitar o Meu convite." 
Aplicação prática
            Os escribas e os fariseus dos  tempos de Jesus interpretavam a religião de uma maneira que ainda continua sendo comum entre muitas pessoas hoje:
 (1) Estavam mais preocupados com a preservação de sua própria santidade que por ajudar a outros em seu pecado. Eram como médicos que se negam a visitar os doentes por temor ao contágio. Sua religião era essencialmente egoísta; procuravam mais sua própria salvação que a salvação de outros e tinham esquecido que essa era a maneira mais segura de perderem-se.
(2) Ocupavam-se mais em criticar que em estimular a outros. Estavam mais dispostos a condenar as faltas de outros que a ajudá-los a superá-las. Nosso primeiro instinto não deve ser jamais condenar o pecador, mas procurar a melhor maneira de ajudá-lo.
(3) Praticavam uma forma de  bondade cujo resultado era a condenação em vez do perdão ou da simpatia. Eram capazes de deixar um homem na sarjeta em vez de estender a mão para ajudá-lo a sair dela. Eram como médicos muito interessados em reconhecer e diagnosticar a enfermidade de seus pacientes, mas  sem o menor interesse em curá-la. Ocupavam-se mais em olhar depreciativamente a outros, em vez de fazê-lo com simpatia e amor. 
(4) Praticavam uma religião que consistia mais em uma ortodoxia exterior que na ajuda prática ao próximo. Jesus estimava muito a afirmação de Oséias 6:6 de que Deus prefere a misericórdia antes que o sacrifício. Citou esta passagem mais de uma vez (veja-se Mateus 12:7). O homem "religioso" pode realizar todos os ritos da piedade ortodoxa, mas se nunca estender a mão para ajudar ao pecador ou ao que tinha necessidade, não é autenticamente religioso.
Perguntas para discussão
1.    Qual a maior lição dessa parábola?
2.    Devemos estar junto dos pecadores, influenciando-os a abandonar os seus pecados. Como podemos fazer isso na prática?
3.    Muitos confundem o real sentido da santidade. Hoje em dia ainda encontramos pessoas religiosas como os fariseus e escribas desta passagem?

Restauração/ Benefícios

             Se  temos Jesus na vida, temos também o remédio para os doentes da alma. Essa parábola toca especialmente na questão do amor por aqueles que precisam de salvação. Se alguém peca esse precisa que levemos uma palavra de perdão e da graça de Deus. Fazendo assim estamos apresentando a essas pessoas o real evangelho de Jesus Cristo. Deus não chamou ninguém para ser acusador  de outros, mas a todos nós nos deu uma missão “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura”.

Referências bibliográficas
            BOL – Bíblia Online.  Bíblia de Referência Thompson. Bíblia da Mulher, Dicionário Aurélio.
            S.E.McNAIR. A BIBLIA EXPLICADA
            HERBERT LOCKYER. Todas as parábolas da Bíblia. São Paulo. Vida, 2009
            COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY,        NOVO COMENTÁRIO DA BIBLIA
             CARSON.D.A. O COMENTÁRIO DE MATEUS. São Paulo. Shedd, 2010
             WILLIAM BARCLAY  - Título original em inglês: The Gospel of Matthew








domingo, 7 de agosto de 2011

O QUE SIGNIFICA Shekhinah



????????  Shekhinah  ???????
 
Muitos são os "modismos" no meio evangélico e vários termos são usados atualmente sem que saibamos o real significado. Basta um "homem da televisão" ou um "profeta-guia espiritual" abrir a boca para falar suas verdades e muitos crentes já o estão reproduzindo sem a menor análise crítica. 
É muito comum no meio evangélico a utilização do termo  "Shekhinah", mas o que realmente significa? Que origem tem essa palavra e quais as verdades ocultas que estão presentes no uso coloquial do termo?
Shekhinah - termo com pronúncia mais próxima do termo hebraico שכינה - conhecido também como Shekiná em português (outras transliterações possíveis: Shekinah, Shechinah, Shekina, Shechina, Schechinah) designa, no judaísmo, a faceta da revelação divina aos homens, a "Divina Presença", sendo também considerada a face "feminina" e "materna" dela
O vocábulo "shechiná" não aparece na Bíblia Judaica nem no Novo Testamento, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica ש-כ-נ (sh-k-n), cujo significado é "habitar", "fazer morada". De acordo com a concepção cabalística do judaísmo, a Shechiná é uma energia cósmica poderosíssima em si mesma, que habita no "interior" do Universo e vivifíca-o, sendo a sua "alma" ou "espírito". 
Esta faceta da divindade, que é a menor de todas as outras revelações, é o meio comunicativo entre o homem e Deus. Ela é "mensurável" de acordo com a posição de cada pessoa e dos seus atos; sendo que, às vezes, ela se revela e, às vezes, se oculta. Já em relação ao Diáspora, os rabinos disseram que, de alguma forma, a Shechiná preservou uma relação com Israel, especialmente quando este passou por períodos difíceis, espalhados entre as nações: a todo lugar onde para lá foi exilado Israel - a Shechiná foi (também) exilada com ele, sofrendo também com ele nos infortúnios. Rabi Chanina, no Talmude, agrava ainda mais esta concepção, quando diz que "aquele que esbofetea a face de Israel, é como se estivesse esbofeteado a face da Shechiná".
Na Cabala esotérica, Shekinah é a essência do Ain Soph que, emanado, ficou preso ou enroscado em Malkuth, sendo correspondente à Shakti ou Kundalini na tradição esotérica oriental da Yoga. Segundo o livro cabalístico Zohar, a evolução do homem é o processo em que o pólo feminino do Divino(Shekinah), presente potencialmente na criação e no homem (Malkuth), se une ao pólo masculino da Divindade, Kether. Tal reunião é na tradição rosacruz representada pelas Núpcias Alquímicas de Christian Rosenkreutz. Segundo a tradição da Cabala, a reunião dos dois pólos da Divindade (feminino e masculino) resulta em uma Consciência Cósmica ou crística, de união do homem e do Divino, resultando no Homem-Deus ou Cristo. Tal estado de consciência é equivalente na Yoga, ao Samadhi, a consciência produto de quando Shakti, o pólo feminino do divino, presente no Chakra da base Muladhara, se une a Shiva, o pólo masculino do divino presente no Chakra Sahasrara, no topo da cabeça, resultando no Avatar, a encarnação humana do Divino, do Cósmico. Na tradição esotérica egípcia, o equivalente é a união entre Ísis e Osíris, resultando em Hórus, o Homem-Deus. Tal união é, portanto, em todas as tradições esotéricas, a iluminação, a iniciação.
Em sua origem essa palavra sempre tem o sentido de unir na divindade os polos masculinos e femininos e isso define toda a criação. Não é um termo bíblico e seu significado original deturpa  a sã doutrina bíblica, pois Deus não é feminino nem masculino, Ele é Deus absoluto, sem gênero. "Deus é espírito e importa que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade".
CUIDADO AO USAR ESSA PALAVRA.
Esteja atento!
Silvana Machado 



A disciplina é a chave para uma vida cristã vitoriosa

A pessoa que Deus usa: quem tem disciplina!


Disciplina é uma palavra em grande medida mal-entendida atualmente em nossa sociedade. A discipli­na conjura em nossas mentes uma série de coisas. Um grande engano é que ela seria contrária à graça. No entanto, isso está longe da verdade.
Billy Graham declarou: "A disciplina é a chave para uma vida cristã vitoriosa." Que afirmação!
"Vocês sabem que numa corrida, embora todos os corredores tomem parte, somente um ganha o prê­mio. Portanto, corram de tal maneira que ganhem o prê­mio. Todo atleta que está treinando agüenta exercícios duros porque quer receber uma coroa de folhas de lou­ro, uma coroa que, aliás, não dura muito. Mas nós que­remos receber uma coroa que dura para sempre. Por isso corro direto para a linha final. Também sou como um lutador de boxe que não perde nenhum golpe. Eu trato o meu corpo duramente e o obrigo a ser completa­mente controlado para que, depois de ter chamado ou­tros para entrarem na luta, eu mesmo não venha a ser eliminado dela" (1 Co 9.24-27).

"Como fiel soldado de Cristo Jesus, tome parte no meu sofrimento. Pois o soldado, quando está servin­do, quer agradar o seu comandante e por isso não se envolve em negócios da vida civil. O atleta que toma parte numa corrida não recebe o prêmio se não obede­cer às regras da competição. E o lavrador que trabalha no pesado deve ser o primeiro a receber a sua parte na colheita. Pense no que estou dizendo, pois o Senhor fará você compreender todas as coisas" (2 Tm 2.3-7).

"Por isso mesmo façam todo o possível para jun­tar a bondade à fé que vocês têm. À bondade juntem o conhecimento; e ao conhecimento, o domínio próprio. Ao domínio próprio juntem a perseverança e à perseve­rança, a devoção a Deus. A essa devoção juntem a amizade cristã e à amizade cristã juntem o amor. Pois são essas as qualidades que vocês precisam ter. Se vocês as tiverem e fizerem com que elas aumentem, serão cada vez mais ativos e produzirão muita coisa boa como resultado do conhecimento que vocês têm do nos­so Senhor Jesus Cristo. Mas quem não tem essas coi­sas é como um cego ou como alguém que enxerga pou­co e esqueceu que foi purificado dos seus pecados pas­sados" (2 Pe 1.5-9).

Qual seria uma boa definição de disciplina?

"Disciplina é fazer o que você sabe que deve fazer, esteja disposto ou não."

Há muitas coisas que sei que eu de­veria fazer, mas muitas vezes não tenho vontade de fazê-las. Temos uma tendência de cavar fundo nas emoções e não fazemos o que deveríamos. Cedemos à tirania de nossas emoções. Sabemos que deveríamos orar, mas com freqüência falta-nos vontade de fazê-lo. Sabemos que deveríamos despender tempo com a palavra de Deus, mas muitas vezes não temos vontade de fazê-lo. Podemos pensar em muitas coisas que deveriam ser realizadas, mas acabam simplesmente deixadas de lado por causa de nossa falta de disposição.
O primeiro passo para construir um caráter devo­tado a Deus é render nossas vidas a Cristo. O cap. 15 do evangelho de João fala de estar em Cristo.
No entanto, permanecer em Cristo requer disci­plina.
"Continuem unidos comigo, e eu continuarei uni­do com vocês. Pois, assim como o ramo só dá uvas quando está unido com a planta, assim também vocês só podem dar fruto se ficarem unidos comigo. E u sou a videira, e vocês são os ramos. Quem está unido comi­go e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada. Quem não ficar unido co­migo será jogado fora e secará; será como os ramos secos que são juntados e jogados no fogo, onde são queimados. Se vocês ficarem unidos comigo, e as mi­nhas palavras continuarem em vocês, vocês receberão tudo o que pedirem. E a natureza gloriosa do meu Pai se revela quando vocês produzem muitos frutos e assim mostram que são meus discípulos" (Jo 15.4-8).

É nesse ponto que entra o entendimento errado. Temos a tendência de imaginar que estamos parados, como uma árvore, e a fruta brota automaticamente, que não precisamos fazer coisa alguma. Num sentido isso é verdade. É Jesus quem produz o fruto. Porém, de João 15 depreendemos que devemos "estar' ou "permane­cer". O que significa isso?
A palavra grega para permanecer é méno. Tem vários significados e é usada de vários modos no Novo Testamento. Apresentamos apenas alguns:

"Assim que Jesus saiu do barco, um homem da­quela cidade foi encontrar-se com ele. Esse homem estava dominado por demônios. Fazia muito tempo que ele andava sem roupas e não morava numa casa, mas vivia nos túmulos do cemitério" (Lc 8.27).

A palavra "vivia" é a mesma que permanecer. Destaca o sentido de que devemos viver em Cristo.
"Quem crê no Fiiho tem a vida eterna; porém quem desobedece ao Filho nunca terá a vida eterna, mas so­frerá para sempre o castigo de Deus" (Jo 3.36).

A palavra grega é a mesma usada em João 15 para permanecer em Cristo. Se não permanecermos em Cristo, descobriremos que a ira de Deus permanece sobre nós. Por que isso é assim? Cristo carregou so­bre si mesmo a ira de Deus ao ser crucificado. Quando, pois, permanecemos em Cristo, descobrimos que estamos fora da ira de Deus. Contudo, quando ficamos desligados de Cristo ou não vivemos em Cristo, estamos na ira de Deus.

"Então Jesus disse para os que creram nele: 'Se vocês continuarem a obedecer aos meus ensinamentos, serão, de fato, meus discípulos'" (Jo 8.31).[

A idéia que extraímos é a palavra "continuar". É a mesma palavra que permanecer. Destaca o sentido de conservar, manter.

 Sigamos o Mestre com esmero  pois a  disciplina é a chave para uma vida cristã vitoriosa! Deus te abençoe.

sábado, 6 de agosto de 2011

A igreja é lugar onde a morte se transforma em vida


A igreja é lugar onde a morte se transforma em vida

Apesar de muita gente achar que a igreja começou após o derramamento do espírito Santo At. 2, podemos afirmar que a igreja de Cristo já existia antes desse tempo, enquanto projeto. O texto de João 12.1-11 mostra que Jesus deixou modelos e atitudes nos quais a igreja deveria se pautar para viver, e ensinou qual devem ser os elementos comuns na vida e nas reuniões de uma igreja. Ele próprio é a razão essencial para que a igreja exista; Lázaro é o exemplo da vida que vence a morte; Judas do pecador que deve ser amado; Marta é o exemplo dos que servem; Maria, dos que amam a Deus de forma apaixonada. Aqui encontramos personagens com as características, reações, e atitudes | muito semelhantes as existentes nas reuniões na igreja de hoje.
Nós estávamos mortos, como afirma Paulo, em Colossences 2.13 Mortos pelas as vossas  transgressões, Mas Jesus Cristo transformou nossa morte em vida. Éramos solitários, angustiados,  tristes, arrasados, mortos ambulantes, mas Jesus Cristo nos vivificou . Devolveu-nos a vida!
A vida de Cristo em nós provoca um resultado surpreendente, inteiramente diferente de qualquer outra associação de Pessoas. 
Como igreja podemos fazer muito, pois estaremos juntos. Poderems vencer nossos desafios e problemas, encontraremos sempre, na igreja, alguem que segure nossa mão e pague um preço de oração por nós.
Unidos, como igreja de Cristo na Terra, temos a certeza de que nem "as portas do inferno" poderão nos vencer.
A igreja sempre será lugar de encontro, comunhão e restauração. Por isso o salmista dizia que preferia estar na Casa do Senhor todos os dias de sua vida. Ele não falava apenas do templo físico, mas de todas as bençãos que emanam de lá quando a congregação se reune para adorar e cultuar a Deus.
Temos a ilusão que a Igreja´precisa de nós... por algum tempo pensei assim. Mas de repente... por circunstancias diversas me vi, de repente, sem igreja. A necessidade de pertecer a uma igreja fez-se essencial para a minha vida e, a duras penas, descobri... eu é que prciso da igreja para viver, trabalhar pra Deus, me sentir viva e produtiva no Reino do pai. Isso acnteceu a vários anos... mas ainda recordo e guardo essa lição.
Aproveitemos a oportunidade de vivermos e construirmos essa igreja viva, igreja de Cristo, lugar de restauração. Cada um de nós tem algo pra desenvolver na igreja, coloquemos a mão no arado e sigamos  juntos.
Um abraço à igreja do Senhor 
Silvana 
 "UM AO OUTRO AJUDOU E A SEU COMPANHEIRO DISSE: SÊ FORTE!!!!"

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O TANQUE DE BETESDA - João 5:1-9

O TANQUE DE BETESDA - O DESAMPARO DO HOMEM E O PODER DE  CRISTO
João 5:1-9

                Havia três festas judaicas que  eram festas para guardar. Todo homem judeu adulto que vivesse a trinta quilômetros de Jerusalém tinha a obrigação legal de assistir a elas. Eram três festas: Páscoa, Pentecostes e a Festa dos Tabernáculos. Se supusermos que o capítulo 6 deve ir antes do 5, podemos considerar que esta festa é Pentecostes, porque os eventos do capítulo 6 ocorreram quando se aproximava a Páscoa (João 6:4). A Páscoa tinha lugar em meados de abril, e Pentecostes era celebrada sete semanas depois. Pentecostes seria a próxima festa oficial no calendário judaico. João sempre mostra Jesus assistindo às festas judaicas, porque não deixava de observar as obrigações que impunha o culto judaico. Para Jesus, adorar com seu povo não era uma obrigação mas um prazer.
                Aparentemente, quando Jesus chegou a Jerusalém estava sozinho. Nesta seção não se menciona absolutamente a seus discípulos. Encaminhou-se a um lago famoso. O nome do lago era ou Betesda, que significa Casa da Misericórdia, ou, o que é mais factível, Betzatha, que significa a Casa da Oliveira. Todos os melhores manuscritos mencionam o segundo nome, e sabemos por Josefo que em Jerusalém havia um bairro que se chamava Betzathe. A palavra que significa  estanque  é kolumbethron, que vem do verbo kolumban, que significa mergulhar. O lago era o suficientemente profundo  para nadar. A passagem que está entre chaves [depois do movimento da água, sarava de qualquer doença que tivesse”] não aparece em nenhum dos manuscritos maiúsculos e mais importantes; é provável que foi agregado depois como explicação do que faziam as pessoas que estavam ali. Por baixo do estanque havia uma corrente subterrânea que de vez em quando se agitava e movia as águas do estanque. Cria-se que quem agitava as águas era um anjo, e que a primeira pessoa que entrasse no estanque depois da agitação das águas ficaria curada de qualquer doença que a afligisse.
                É-nos apresentado como uma mera superstição, e de fato o é. Mas era o tipo de crenças que estava espalhado por todo mundo antigo e que ainda hoje existe em alguns lugares. Naquela época o povo cria em todo tipo de espíritos e demônios. Consideravam que o ar estava cheio desses seres. Esses espíritos e demônios tinham suas casas e moradas em lugares determinados. Cada árvore, cada rio, cada arroio, cada serra, cada lago, tinha seu espírito. Além disso, o povo do mundo antigo se sentia impressionado em forma especial com o caráter sagrado e santo da água e, particularmente, dos rios e vertentes. A água era algo tão prezado, os rios enfurecidos podiam ser tão poderosos, a água podia sertão perigosa, que não é surpreendente que se sentissem tão impressionados. Pode acontecer que no Ocidente imaginemos a água só como algo que sai de uma torneira, mas no mundo antigo, e ainda hoje, em determinados lugares, a água é a coisa mais apreciada, e pode ser a mais perigosa de todas as coisas. 
                Sir J. G. Frazer, em Folklore in the Old Testament  (ii, 412-423). (Folclore no Antigo Testamento), cita vários exemplos desta reverência pela água. Hesíodo, o poeta grego, dizia que quando um homem está por cruzar um rio deve orar e lavar as mãos, porque quem cruza uma correnteza com as mãos sujas provoca a ira dos deuses. Quando Xerxes, o rei da Pérsia, chegou a Estrimom,  na Trácia seus magos ofereciam cavalos brancos e praticavam outras cerimônias antes de que o exército se animasse a cruzar. Lúculo o general romano, ofereceu um touro para o rio Eufrates antes de cruzá-lo. Ainda hoje, no sudeste da África algumas tribos dos bantu crêem que os rios estão habitados por demônios e espíritos malignos e que devem ser  aplacados lançando um molho de trigo ou alguma outra oferta antes de cruzá-los. Quando alguém se afogaem um rio se diz que foi "chamado  pelos espíritos". Os baranda, da África Central, não tentariam salvar um homem a quem o rio levou porque consideram que são os espíritos aqueles que o levaram.  Esta crença no caráter sagrado dos rios, arroios e vertentes alguma vez foi universal e existe até o dia de hoje. Os que no estanque de Jerusalém esperavam que se empilhassem as águas, eram filhos de sua época que criam nas coisas de sua época.
                Pode ser que enquanto Jesus caminhava ao redor do lago, alguém lhe apontasse o homem desta história como um caso crônico e digno de compaixão, visto que sua doença tornava pouco provável e até impossível que alguma vez chegasse  a ser o primeiro em entrar no estanque depois do movimento da  água. Não havia ninguém que o ajudasse a entrar, e Jesus sempre foi o amigo dos que não tinham amigos, e aquele que ajuda a quem carece de ajuda terrena. Jesus não se tomou o trabalho de dar uma conferência a este homem a respeito daestéril superstição de esperar até  que se agitassem as águas. O único desejo de Jesus era ajudar, e com sua palavra poderosa curou o homem que tinha esperado durante tanto tempo.
                Nesta história podemos ver com toda clareza sob que condições o poder de Jesus operava. Devemos notar que Jesus fala com imperativos. Dava suas ordens, seus mandamentos aos homens, e na medida em que estes buscassem obedecê-los recebiam esse poder.
(1) Jesus começou perguntando ao  homem se queria ser curado. Não é uma pergunta tão parva como pode parecer. O homem tinha esperado durante trinta e oito anos e bem poderia ter perdido as esperanças, deixando em seu lugar um passivo e triste desespero. Poderia ter ocorrido que no mais  íntimo de seu coração se sentisse satisfeito de continuar sendo um inválido porque, se ficasse curado, teria que enfrentar-se com todo o peso de  ganhar a vida e assumir novamente todas as suas responsabilidades. Há inválidos para quem sua doença não é tão desagradável, visto que outra pessoa faz todo o trabalho e assume todas as responsabilidades. 
Mas a resposta deste homem foi imediata. Queria curar-se, embora não via como poderia curar-se, visto que não havia ninguém que o ajudasse. A primeira coisa que se necessita para receber o poder de Jesus é um desejo intenso desse poder. Jesus vem a nós e diz: "Você realmente quer mudar?" Se no mais recôndito de nosso coração estamos contentes sendo como somos, não pode haver  nenhuma mudança. O desejo das coisas superiores deve inflamar nossos corações.
(2) Jesus, pois, disse-lhe ao homem que se levantasse. É como se lhe tivesse dito: "Homem, use sua vontade! Faça um esforço supremo e você e eu conseguiremos!" O poder de Deus nunca prescinde do esforço do homem. Nenhum homem pode apoltronar-se, relaxar-se, e esperar que aconteça um milagre. Não há nada mais certo que o fato de que devemos tomar consciência de nosso desamparo; mas em um sentido muito real, também é certo que o milagre acontece quando nossa vontade e o poder de Deus cooperam para fazê-lo possível.
(3) De fato, Jesus estava ordenando ao homem que tentasse o impossível. Ele disse: "Levante-se!" O homem poderia haver dito, comressentimento e dor, que isso era exatamente o que não podia fazer. Sua cama deve ter sido uma simples estrutura semelhante a uma maca. A palavra grega é krabbatos, que é uma palavra da linguagem coloquial —quer dizer maca — e Jesus lhe disse que a levantasse e a levasse. O homem poderia ter dito que durante trinta e oito anos a cama tinha estado levando a ele e que não tinha muito  sentido dizer a ele que levasse a cama. Mas uma vez mais o homem fez o esforço ao mesmo tempo que Cristo — e aconteceu o milagre.
(4) Aqui temos o caminho para obter o que nos propomos. Há tantas coisas neste mundo que nos vencem, nos derrotam e se apoderam de nós. Quando a intensidade do  desejo está em nós, quando nos propomos fazer o esforço, embora possa parecer sem esperanças, então o poder de Cristo tem sua oportunidade, e com Cristo conquistamos aquilo que durante tanto tempo nos conquistou .
William Barclay

terça-feira, 2 de agosto de 2011

CAMAPNHA DE ORAÇÃO DE 01 A 05 DE AGOSTO DE 2011

NÃO PERCAM!!!!
Todas as noites de 19:30 às 21:00

SEGUNDA - RESTAURANDO A VIDA COM DEUS
TERÇA - BUSCANDO PODER DE DEUS PRA VENCER
QUARTA - JESUS LIBERTA OS CATIVOS
QUINTA - RESTAURAÇÃO DAS FAMÍLIAS
SEXTA - BUSCANDO MEU MILAGRE 

VENHA RECEBER UMA ORAÇÃO ESPECIAL!!! 


Deixem nos comentários seus pedidos de oração que estaremos nesses dias entregando diante de Deus.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

DEIXE OS MORTOS ENTERRAR SEUS MORTOS

Tema: SEGUINDO O MESTRE
Texto: Mateus 8
20  Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.
21  E outro dos discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai.
22  Replicou-lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos.
Introdução
             
            Mas havia outro homem que também queria seguir a Jesus. Este disse que seguiria o Mestre se Ele lhe permitisse primeiro ir e enterrar a seu pai. A resposta de Jesus foi:  "Segue-me, e deixa que os mortos enterrem a seus mortos." As palavras de Jesus, à primeira vista, parecem tremendamente duras. Para o judeu  enterrar de maneira decente a seu progenitor era um dever dos mais sagrados.  Quando morreu Jacó, José pediu permissão a faraó para ir enterrar a seu pai. "Meu pai me fez jurar, declarando: Eis que eu morro; no meu sepulcro que abri para mim na terra de Canaã, ali me sepultarás. Agora, pois, desejo subir e sepultar meu pai, depois voltarei" (Gênesis 50:5).
Definição/discussão
             Devido ao caráter aparentemente severo e até ofensivo desta passagem, deram-se muitas interpretações de seu significado.  Sugeriu-se que na tradução do aramaico, que Jesus falava, ao grego do Novo Testamento, houve  um engano de termos, e que Jesus em realidade lhe disse que bem podia deixar a tarefa de enterrar a seu pai aos coveiros profissionais.
            Há um versículo interessante em Ezequiel 39:15, que diz: "Os que percorrem a terra, a percorrerão e quando algum deles vir um osso de homem, por-lhe-á ao pé um sinal, até que os enterradores o tenham enterrado no vale de Hamom-Gogue."  Este texto sugere que haveria entre os judeus uma classe de funcionários chamados enterradores. Sugeriu-se que Jesus recomendou ao homem cujo pai tinha morrido, que deixasse em mãos desses coveiros a tarefa de enterrar o defunto. Esta é uma explicação muito pouco provável. Sugere-se, por outro lado, que Jesus quis dizer exatamente o que lemos, acusando a sociedade de estar morta no pecado e que recomenda a seu seguidor potencial abandoná-la logo que puder, embora fazê-lo signifique deixar sem enterro a seu pai; nada, nem sequer um dever tão sagrado, devia tardar a decisão de embarcar-se no seguimento de Cristo.  Mas a verdadeira explicação, reside indubitavelmente na forma em que os judeus usavam esta frase, que ainda segue sendo comum, com o mesmo significado, no Oriente Médio.
            O Pr.Wendt relata um incidente no qual teria participado um missionário sírio, M. Waldmeier. Este missionário era muito amigo de um turco jovem, inteligente e rico. Em uma  conversação, recomendou-lhe que ao terminar seus estudos universitários fizesse uma viagem por distintos países da Europa, o que podia ajudá-lo a ampliar suas perspectivas. Mas o turco replicou: "Acima de tudo preciso enterrar o meu pai." O missionário, muito triste, deu seus  pêsames ao jovem, desculpando-se por não ter-se informado da morte de seu pai. Mas o jovem turco sorriu e lhe explicou que seu pai estava bem vivo e gozava de boa saúde e que sua expressão na linguagem local significava que estava obrigado a cumprir todos os seus deveres para com seus pais e parentes antes de poder fazer a viagem sugerida; que, em realidade não poderia abandonar seu lar até depois da morte de seu pai, que poderia não ocorrer até depois de passados muitos anos. 
            Isto, muito provavelmente, é o que quis dizer o homem que aparece no evangelho. Ao dirigir-se a Jesus disse: "Vou seguir-te algum dia, depois que meu pai tenha morrido e esteja livre para dispor de mim mesmo." De fato, então, estava adiando sua decisão possivelmente por um lapso de muitos anos.  Jesus era sábio. Conhecia o coração humano e sabia perfeitamente que se esse homem não se decidia a segui-lo ali mesmo, jamais o faria.
Aplicação prática
            Uma e outra vez atravessamos por momentos de entusiasmo em que nos sentimos impulsionados às ações mais nobres; e uma e outra vez também, deixamos que esses momentos passem de lado, sem agir de acordo com sua inspiração suprema.  A tragédia da vida com muita freqüência é a do momento desperdiçado. Sentimo-nos movidos a uma determinada ação criativa, sentimo-nos movidos a abandonar uma fraqueza ou um hábito maligno, sentimo-nos movidos a dizer uma palavra a alguém, de simpatia, de advertência, de estímulo. Mas deixamos que passe o momento, que se desvaneça a inspiração, e nunca fazemos o que poderíamos ter feito, nunca dizemos essa palavra. Até nos melhores de entre nós há certa inércia e letargia, o hábito de adiar as coisas, de deixá-las para amanhã; e o momento nunca volta, e nunca passamos aos fatos.
            Jesus recomendou àquele homem: "Neste momento você sente que deve sair da sociedade morta em  que você se move. Você diz que a abandonará quando tiver passado alguns  anos e seu pai tenha morrido. Saia agora, abandone tudo hoje, porque de outro modo jamais o fará."  
            Em sua autobiografia H. G. Wells conta um dos momentos cruciais de sua vida. Era aprendiz de lojista, com um comerciante que traficava com tecidos e a vida parecia carecer de toda perspectiva para ele. Então, um dia, sentiu o que ele denomina "uma voz interior e profética": "Saia imediatamente deste ofício, antes  que seja muito tarde, abandone-o, deixe-o para trás." E não esperou voltar a ouvir outra vez a mesma voz. Imediatamente deixou o seu trabalho e começou a procurar outra coisa. A decisão desse instante fez com que houvesse um H. G. Wells. Que Deus nos dê esse poder de decisão para nos salvar de arruinar nossas melhores oportunidades!

Perguntas para discussão
1.      Será que estamos seguindo o mestre como Ele mesmo já nos chamou? Ou estamos acompanhando “de longe”?
2.      Como “deixamos a oportunidade de seguir a Jesus”?
3.      Qual o seu chamado para o serviço do mestre? Socializem suas experiências:

Restauração/ Benefícios

            Ainda há tempo de realmente nos entregarmos ao chamado do Mestre. Sempre precisamos analisar nossas vidas para reposicionar nossas prioridades. Não podemos “estar enterrando nossos mortos” e dar essa resposta como disculpa para o nosso comodismo espiritual. Façamos como Isaías 60 diz “Levanta-te e resplandece” pois só assim “ a glória do Senhor virá sobre ti”.
                 

Referências bibliográficas
            BOL – Bíblia Online.  Bíblia de Referência Thompson. Bíblia da Mulher,             Dicionário Aurélio.
            S.E.McNAIR. A BIBLIA EXPLICADA
            HERBERT LOCKYER. Todas as parábolas da Bíblia. São Paulo. Vida, 2009
            COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY,        NOVO COMENTÁRIO DA BIBLIA
             CARSON.D.A. O COMENTÁRIO DE MATEUS. São Paulo. Shedd, 2010
             WILLIAM BARCLAY  - Título original em inglês: The Gospel of Matthew

domingo, 17 de julho de 2011

DEUS DO IMPOSSÍVEL... ESSE É O NOSSO DEUS!

HÁ COISA DEMASIADAMENTE DIFÍCIL PARA O NOSSO DEUS?
 (Gênesis 18:13-14) 

Essa é uma pergunta que ecoa desde o Velho Testamento e que no decorrer da história dos homens Deus tem respondido, em cada ação sua, em cada milagre, em cada gesto de amor do Pai. Não há coisas impossíveis para Deus! Nossos desafios tem sempre o ropósito da manifestação do poder de deus em nossas vidas.
E o que cabe a nós? Simplesmente não desanimar e ter fé nEle.
O profeta Jeremias, observando atentamente a criação expressa:  “Ah! Senhor Deus, eis que fizeste os céus e a terra com o teu grande poder e com o teu braço estendido; coisa alguma te é demasiadamente maravilhosa” (Jeremias 32:17).O Deus que criou tudo tem a seu favor suas próprias obras como testemunho do seu poder... o que não poderá realizar? Não há limites para o poder gerador de Deus.
Na Biblia  temos vários exemplos de pessoas que viram o impossível só por crerem em Deus:
  • O menino Davi derrotou o gigante  Golias, por sua fé e confiança em Deus (1 Samuel 17:36-37,45-47).
  • Gideão venceu os midianitas porque acreditou nas promessas de Deus e que o próprio que Deus estava com ele (Juízes 6 e 7). Com apenas 300 homens, ele venceu 135.000 midianitas e livrou o povo de Israel da opressão deste adversário.
  • Pela fé, Josué tomou a cidade fortificada  de Jericó (Josué 6). As muralhas caíram, não pela força militar, mas pela fé em Deus. 
  • Abias derrotou Jeroboão, porque Deus estava com ele (2 Crônicas 13). Mesmo tendo uma grande desvantagem em número de soldados, Abias confiou em Deus e venceu.. 
  • Abraão acreditou no poder de Deus e ofereceu Isaque (Gênesis 22; Hebreus 11:17-19). Contra qualquer lógica humana, Abraão foi obediente e levou o filho da promessa para sacrificá-lo. Nunca tinha visto nenhuma ressurreição, mas acreditou que Deus, o Todo-Poderoso, traria o filho de volta.
  • Sadraque, Mesaque e Abede-Nego confiaram em Deus quando foram lançados na fornalha (Daniel 3:16-18). A atitude deles é um excelente exemplo. Independente da resposta de Deus, salvando suas vidas ou não, ele continuaria sendo Deus! Precisamos da mesma atitude quando oramos a Deus hoje.
  • O centurião acreditou no poder da palavra de Jesus (Lucas 7:7-9). Jesus não precisava chegar ao local e tocar no rapaz. A palavra, mesmo falando de um lugar distante, seria suficiente para curá-lo.
    Há coisa difícil demais para Deus? Não! 
 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O CLAMOR MISSIONÁRIO DA ESPANHA PRA VOCÊ!!!!


Amados do Senhor, a graca e a paz

Estamos em uma nova etapa aqui, esse mês de julho a Igreja mãe, que nos ajudava no aluguel do local da Igreja, tambem foi a quem nos entregou a congregacao de Santander,
não vai estar mais arcando com a ajuda finaceira que aportava a igreja de Santander, apartir desse mês temos que arcar sozinhos com as despesas, aluguel, luz e água.
para nós isso será um grande desafio pois ainda somos uma igreja pequena e nossas entradas não cobrem tudo.
Isso nos deixa muito preocupados e por isso os escrevo para pedir oracão:
1- Falaremos com o dono do local para ver se abaixa o valor do aluguel.
2- Que Deus nos oriente, abra uma porta, uma Igreja que queira nos adotar e nos ajudar economicamente(pagando o aluguel da Igreja).
3- Que nossos irmãos consigam trabalho pois a crise aqui na Espanha esta grande.
4- Por um renovo espiritual pra nossas vidas.

Que seria de nós sem o amor de voces da participacão no sofrimento.

Assim tambem somos cooparticipantes do sofrimento de Cristo.

Miss.Ana e família

SANTANDER - ESPANHA 
 

sábado, 2 de julho de 2011

EBF 2011

DISSE JESUS: VINDE A MIM AS CRIANCINHAS, POR QUE DELAS É O REINO DOS CÉUS!



VEM AÍ A EBF DE JULHO NO RECANTO DO NINHAIS - NÃO PERCA!!!!
SERÁ NO DIA 23 DE JULHO NA ASSOCIAÇÃO DO RECANTO DOS VINHAIS.

TEMA: JESUS - O MELHOR AMIGO
14 HS AS 19 HS

200 CRIANÇAS (NAS FAIXAS ETÁRIAS  - 3 A 6 , 7 A 9 , 11 A 12 ) 
              
  
ENVOLVA-SE NESSE PROJETO!
PRECISAREMOS DE MUITAS PESSOAS NAS EQUIPES AJUDANDO NO DIA E TAMBEM DE CONTRIBUIÇÕES POIS VAMOS ABENÇOAR CADA CRIANÇA COM UM BOM LANCHE (CACHORRO QUENTE, PIPOCA E REFRIGERANTE) E UM KIT-ESCOLA (LÁPIS, BORRACHA, RÉGUA, CANETA E CADERNO) - SUA DOAÇÃO SERÁ BEM VINDA. 

DOE ESSE DIA DE SUAS FÉRIAS PARA PLANTAR NOS PEQUENINOS CORAÇÕES E DEUS TE ABENÇOARÁ!
UM ABRAÇO
SILVANA 


SE QUISER AJUDAR ENTRE EM CONTATO NOS E-MAILS OU DEIXE SEU CONTATO NO ESPAÇO DE COMENTÁRIOS. OBRIGADA!
gracyibnp@hotmail.com
julianonet10@yahoo.com.br
silvanamgm@gmail.com