CONTATOS

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Será mesmo que somos substituíveis ?




Recebi essa mensagem de uma amiga e achei muito interessante.... o que acham?

  Será mesmo que somos substituíveis ??????

    Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua
    equipe de gestores.

    Agita  as  mãos,  mostra  gráficos  e,  olhando  nos olhos de cada um,
    ameaça:
    "ninguém é insubstituível" .

    A  frase  parece  ecoar  nas  paredes  da  sala  de reunião em meio ao
    silêncio.

    Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar
    nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para
    triturar o atrevido:

    - Alguma pergunta?
    - Tenho sim. E Beethoven?
    - Como? - o encara o gestor confuso.
    -  O  senhor  disse  que  ninguém  é  insubstituível e quem substituiu
    Beethoven?

     Silêncio.
    O funcionário fala então:
    - Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço
    e achei muito pertinente falar sobre isso.

    Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas,
    no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da
    organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no
    lugar.

    Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank
    Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os
    Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein?
    Picasso? Zico?

    Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que
    sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto,
    são sim insubstituíveis.

    Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado
    para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem
    seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da
    sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando
    energia em reparar seus 'gaps'.

    Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era
    instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
    O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de
    arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus
    talentos.

    Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e
    voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro.
    Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

    Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as
    fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que
    barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter
    notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o
    mundo teria perdido todos esses talentos.

    Nunca  me  esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras
    moradas'.
    Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou
    menos assim:

    "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão
    Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois
    nosso Zaca é insubstituível"

    Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza
    ninguém te substituirá!

    "Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso
    fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer
    o pouco que posso."

 Que Deus abençoe nós e o nosso talento!
BJS SILVANA
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário