CONTATOS

sábado, 11 de maio de 2019

MANTENHA O FOCO - OS ESPIAS DA TERRA PROMETIDA


MANTENHA O FOCO!

E o Senhor disse a Moisés: "
Envie alguns homens em missão de reconhecimento à terra de Canaã, terra que dou aos israelitas. Envie um líder de cada tribo dos seus antepassados".
Assim Moisés os enviou do deserto de Parã, conforme a ordem do Senhor. Todos eles eram chefes dos israelitas.
São estes os seus nomes: da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur;
da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori;
da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;
da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José;
da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num;
da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu;
da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi;
da tribo de José, isto é, da tribo de Manassés, Gadi, filho de Susi;
da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali;
da tribo de Aser, Setur, filho de Micael;
da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi;
da tribo de Gade, Güel, filho de Maqui.
São esses os nomes dos homens que Moisés enviou em missão de reconhecimento do território. ( A Oséias, filho de Num, Moisés deu o nome de Josué. )
Quando Moisés os enviou para observarem Canaã, disse: "Subam pelo Neguebe e prossigam até a região montanhosa.
Vejam como é a terra e se o povo que vive lá é forte ou fraco, se são muitos ou poucos;
se a terra em que habitam é boa ou ruim; se as cidades em que vivem são cidades sem muros ou fortificadas;
se o solo é fértil ou pobre; se existe ali floresta ou não. Sejam corajosos! Tragam alguns frutos da terra". Era a época do início da colheita das uvas.
Eles subiram e observaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, na direção de Lebo-Hamate.
Subiram do Neguebe e chegaram a Hebrom, onde viviam Aimã, Sesai e Talmai, descendentes de Enaque. ( Hebrom havia sido construída sete anos antes de Zoã, no Egito. )
Quando chegaram ao vale de Escol, cortaram um ramo do qual pendia um único cacho de uvas. Dois deles carregaram o cacho, pendurado numa vara. Colheram também romãs e figos.
Aquele lugar foi chamado vale de Escol por causa do cacho de uvas que os israelitas cortaram ali.

25 - Ao fim de quarenta dias eles voltaram da missão de reconhecimento daquela terra.
Eles então retornaram a Moisés e a Arão e a toda a comunidade de Israel em Cades, no deserto de Parã, onde prestaram relatório a eles e a toda a comunidade de Israel, e lhes mostraram os frutos da terra.
E deram o seguinte relatório a Moisés: "Entramos na terra à qual você nos enviou, onde manam leite e mel! Aqui estão alguns frutos dela.
Mas o povo que lá vive é poderoso, e as cidades são fortificadas e muito
grandes. Também vimos descendentes de Enaque.
Os amalequitas vivem no Neguebe; os hititas, os jebuseus e os amorreus vivem na região montanhosa; os cananeus vivem perto do mar e junto ao Jordão".
Então Calebe fez o povo calar-se perante Moisés e disse: "Subamos e tomemos posse da terra. É certo que venceremos! "
Mas os homens que tinham ido com ele disseram: "Não podemos atacar aquele povo; é mais forte do que nós".
E espalharam entre os israelitas um relatório negativo acerca daquela terra. Disseram: "A terra para a qual fomos em missão de reconhecimento devora os que nela vivem. Todos os que vimos são de grande estatura.
Vimos também os gigantes, os descendentes de Enaque, diante de quem parecíamos gafanhotos, a nós e a eles".

Números 13:1-33


CONTEXTO GERAL
- O POVO ESTAVA PEREGRINANDO NO DESERTO
- TINHAM VISTO ABERTURA DO MAR VERMELHO E A DESTRUIÇÃO DE FARAO.
- CHEGARAM NO LIMIAR DA TERRA PROMETIDA
- DEUS DEU UMA ESTRATEGIA A MOISES – ESPIAR A TERRA


1.    ESTRATEGIA DOS ESPIAS

a)    Havia um objetivo, um propósito para a vida daquele povo – TOMAR POSSE DA TERRA PROMETIDA.
b)    Escolha dos chefes das casas – príncipes segundo a tribo de israel (Josué de Efrain e Calebe de Judá) – homens de influência entre o povo, lideres.
c)     Foram enviados a espiar a terra por 40 dias e trazer frutos, evidências da terra.

Quando Moisés os enviou para observarem Canaã, disse: "Subam pelo Neguebe e prossigam até a região montanhosa.
Vejam como é a terra e se o povo que vive lá é forte ou fraco, se são muitos ou poucos;
se a terra em que habitam é boa ou ruim; se as cidades em que vivem são cidades sem muros ou fortificadas;
se o solo é fértil ou pobre; se existe ali floresta ou não. Sejam corajosos! Tragam alguns frutos da terra". Era a época do início da colheita das uvas.
Eles subiram e observaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, na direção de Lebo-Hamate.
Subiram do Neguebe e chegaram a Hebrom, onde viviam Aimã, Sesai e Talmai, descendentes de Enaque. ( Hebrom havia sido construída sete anos antes de Zoã, no Egito. )
Quando chegaram ao vale de Escol, cortaram um ramo do qual pendia um único cacho de uvas. Dois deles carregaram o cacho, pendurado numa vara. Colheram também romãs e figos.”

d)    Relatório

E deram o seguinte relatório a Moisés: "Entramos na terra à qual você nos enviou, onde mana leite e mel! Aqui estão alguns frutos dela.
Mas o povo que lá vive é poderoso, e as cidades são fortificadas e muito grandes. Também vimos descendentes de Enaque.
Os amalequitas vivem no Neguebe; os hititas, os jebuseus e os amorreus vivem na região montanhosa; os cananeus vivem perto do mar e junto ao Jordão".
Então Calebe fez o povo calar-se perante Moisés e disse: "Subamos e tomemos posse da terra. É certo que venceremos! "
Mas os homens que tinham ido com ele disseram: "Não podemos atacar aquele povo; é mais forte do que nós".
E espalharam entre os israelitas um relatório negativo acerca daquela terra. Disseram: "A terra para a qual fomos em missão de reconhecimento devora os que nela vivem. Todos os que vimos são de grande estatura.
Vimos também os gigantes, os descendentes de Enaque, diante de quem parecíamos gafanhotos, a nós e a eles".

- ESQUECERAM A PROMESSA DE DEUS
- TIRARAM O FOCO DO PROPÓSITO E COLOCARAM NA CIRCUNSTANCIAS
- OLHARAM PROBLEMAS EM VEZ DA BENÇÃO
- TROUXERAM A PROVA, EXPERIMENTARAM UM POUQUINHO DA BENÇÃO MAS NÃO AVANCARAM NA FÉ.

2.    JOSUÉ E CALEBE contra todos

a)     Canaã, embora tenha sido prometida não era uma benção conquistada.
Deus dá a promessa ... mas muitas das vezes envolvem o esforço humano para sua concretização
b)     Os 12 partiram para o desafio da conquista... deram o primeiro passo rumo à benção.
c)     Voltaram com decisões diferentes
Os incrédulos estavam firmados em sua visão física sem fé. Os problemas eram maiores que as benções vistas na terra.
Os outros dois estavam firmados na fé em Deus e na promessa.
Acontecia ali o conflito entre ver e crer. O relatório pessimista era baseado na razão e na lógica humana. O relatório da fé estava fundamentado na palavra de Deus.
d)     Aqueles homens eram príncipes, mas viam-se como gafanhotos (Nm 13.33). Seria humildade?
 Era um caso de autodepreciação em virtude da incredulidade – justificativas humanas para não alcançar a vitória.

Aí está o problema da autoimagem negativa, que pode anular o potencial do indivíduo e do povo. Entretanto, a fé e a sabedoria podem superar a incapacidade humana.
Quem pode deter uma nuvem de gafanhotos, quando vem sobre a lavoura? O fato de serem numerosos e unidos torna-os poderosos. Os filhos de Enaque não poderiam resistir aos filhos de Deus, mas aqueles dez espias não pensavam assim.
e)     A incredulidade destrói muitas qualidades. Eles não se lembraram que sobre os cananeus estava a maldição de Cão, enquanto sobre os israelitas estava a bênção de Sem, e de Abraão, Isaque e Jacó.

f)       A maioria nem sempre está certa, mas quase sempre prevalece. Foi o que aconteceu. O povo foi influenciado por aqueles 10 líderes incrédulos e as consequências foram terríveis. Naquele mesmo dia, os dez espias foram mortos pelo Senhor, e o povo foi condenado a andar errante pelo deserto durante 38 anos (pois 2 anos já haviam passado) (Nm.14).


g)     Josué e Calebe também tiveram que passar todos aqueles anos no deserto, mesmo sem merecimento, pois Deus tinha um plano para toda a nação e não apenas para dois indivíduos. Muitas coisas podem acontecer em nossas vidas sem que mereçamos, mas por uma necessidade, por um propósito superior.
h)     A contaminação da murmuração – coloca todo povo a perder.... a falta de fé é contagiante.



3.    HÁ SEMPRE UMA ESCOLHA – VIVER POR FÉ OU CONDUZIDO PELAS CIRCUNSTANCIAS?

Naquela noite toda a comunidade começou a chorar em alta voz.
Todos os israelitas queixaram-se contra Moisés e contra Arão, e toda a comunidade lhes disse: "Quem dera tivéssemos morrido no Egito! Ou neste deserto!
Por que o Senhor está nos trazendo para esta terra? Só para nos deixar cair à espada? Nossas mulheres e nossos filhos serão tomados como despojo de guerra. Não seria melhor voltar para o Egito? "
E disseram uns aos outros: "Escolheremos um chefe e voltaremos para o Egito! "
Então Moisés e Arão prostraram-se, rosto em terra, diante de toda a assembléia dos israelitas.
Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que haviam observado a terra, rasgaram as suas vestes
e disseram a toda à comunidade dos israelitas: "A terra que percorremos em missão de reconhecimento é excelente.
Se o Senhor se agradar de nós, ele nos fará entrar nessa terra, onde manam leite e mel, e a dará a nós.
Somente não sejam rebeldes contra o Senhor. E não tenham medo do povo da terra, porque nós os devoraremos como se fossem pão. A proteção deles se foi, mas o Senhor está conosco. Não tenham medo deles! "
Mas a comunidade toda falou em apedrejá-los. Então a glória do Senhor apareceu a todos os israelitas na Tenda do Encontro.
E o Senhor disse a Moisés: "Até quando este povo me tratará com pouco caso? Até quando se recusará a crer em mim, apesar de todos os sinais que realizei entre eles?

Números 14:1-11

a)    Havia uma palavra de Deus para aquele povo, mas a palavra humana prevaleceu naquele momento. Embora houvesse uma predestinação nacional, o livre-arbítrio determinou a situação individual.
b)    Aqueles que disseram que não poderiam conquistar a terra não a conquistaram. Os que declararam que poderiam, tomaram posse da terra muito tempo depois.
c)     Entretanto, a palavra maligna que os pais disseram a respeito dos filhos não se concretizou (Nm 14.3). Vemos, portanto, que as palavras têm poder, mas existe um limite para isso. Deus abençoou as crianças e os jovens que saíram do Egito (Nm 14.31). Muitos deles, talvez milhares, entraram em Canaã, e não apenas Josué e Calebe, conforme muitos afirmam (Nm 32.11-12). Além dos já citados, entraram também aqueles que nasceram no deserto. Deus sempre tem um plano para a nova geração, de modo que os nossos filhos possam fazer e conquistar muito mais do que nós.
d)    Depois de 38 anos, Josué e Calebe tiveram a oportunidade de comprovarem, na prática, sua fé e suas palavras. Chegou o dia de enfrentarem o novo desafio: os gigantes de Canaã. Conforme os registros do livro de Josué, o povo de Deus venceu os cananeus e tomou posse da Terra Santa.

CONCLUSÃO

Aquela história deve servir como estímulo aos filhos de Deus hoje. Não podemos passar a vida espiando. Não seja um eterno namorado, mas prossiga para o casamento. Não seja um eterno desempregado ou estagiário, mas consiga um emprego ou abra uma empresa ou torne-se um profissional liberal. Não seja um eterno crente de banco, mas assuma o seu ministério.
Deus te deu a promessa? Comece a caminhar pra ela não se abata nas primeiras circunstancias ruins....
Precisamos tomar posse de tudo o que Deus tem para nós. É possível e necessário passar ao próximo nível. Não podemos viver no deserto. Não fomos chamados para ser beduínos. Que o deserto seja apenas um local de passagem, mas não a nossa morada.
Os dez espias não foram derrotados pelos gigantes, mas por sua própria incredulidade, medo e covardia. Foram vencidos antes do combate.
Hoje, é muito fácil criticar aqueles homens, mas será não teríamos feito o mesmo? Precisamos enfrentar nossos “gigantes”. Não podemos nos contentar com um cacho de uvas, alguns figos e romãs. O que temos experimentado é apenas uma amostra do que Deus tem para nós. Precisamos enfrentar nossos desafios pela fé e crescer, não por uma questão de cobiça ou egoísmo, mas para a glória de Deus.
Ainda que sejamos pequenos, podemos enfrentar os gigantes porque grande é o nosso Deus. “Maior é o que está em nós do que aquele que está no mundo”.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O Batismo no Espírito Santo










Somente em Atos 2 o Espírito Santo é derramado sobre “toda a carne”, cumprindo-se a profecia de Joel 2.28. O próprio apóstolo Pedro, cheio do Espírito de Deus, cita essa passagem bíblica como referência do que estava acontecendo naquele instante.
A expressão “derramado” representa bem essa manifestação gloriosa do Espírito Santo de Deus.
Seu poder, entregue aos profetas, sacerdotes e reis do Antigo Testamento, agora é lançada sobre todo o homem que almeja ser um instrumento de valor para o Reino de Deus.

O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

É uma manifestação sobrenatural onde o espírito do crente e o Espírito Santo unem-se EM UM MESMO LOUVOR A DEUS.
É ser completamente cheio do Espírito Santo.
É uma experiência de poder sobrenatural sobre a sua vida, que abre novas perspectivas para a vida.

O SINAL - O falar em outras línguas era, entre os crentes do NT, um sinal da parte de Deus para evidenciar o batismo com o Espírito Santo.
A experiência do batismo de fogo, pelo Espírito Santo, é descrita dessa maneira na Bíblia:
“E, cumprindo o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; E, de repente, veio do céu, um vento veemente e impetuoso, se encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles, línguas como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falasse.” (Atos 2:1-4).
“E, dizendo Pedro ainda essas palavras, desceu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que era da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilhavam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse sobre os gentios. Porque os ouviam falar em línguas e magnificar a Deus” (Atos 10:44-46)

A uns discípulos de João Batista, os quais estavam em Éfeso, Paulo também pregou o Batismo em nome de Jesus e o Batismo com o Espírito (Atos 19:1-7): “E os que ouviram foram batizados em nome de Jesus. E, impondo-lhes as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam”. (Atos 19:5-6)

Em Atos 2:38 e 39, o Apóstolo Pedro, após o primeiro sermão, disse que após o arrepender-se, o povo deveria ser batizado em nome de Jesus e receberiam o dom do Espírito Santo e que a promessa era para eles, para seus filhos, para os que estavam perto e os que estavam longe, e para tanto a quantos Deus, nosso Senhor chamar. Isso aconteceu muitas outras vezes e em muitos outros lugares: Atos 4:31, Atos 6:3, Atos 8:14-17.

Esse agir sobrenatural é em uma língua que nunca se aprendeu (Atos 2:4, 1 Coríntios 14:14-15), quer seja uma língua falada na Terra ou mesmo numa linguagem de anjos(Atos 2:6 1 Coríntios 13:1).

O evangelista Reinhard Bonnke diz que o batismo no Espírito Santo não foi uma experiência isolada no passado, mas é o ambiente que fornece a vitalidade da fé cristã. Em suas palavras, no livro ‘Manifestações Poderosas’, ele diz: “quando bombardeamos o mundo com o evangelho, Ele é a munição para nossa artilharia. Ele anima os crentes: seus ensinos, sua pregação, seus cultos e sua vida... Sempre há um avivamento quando estamos pregando a Palavra de Deus e o Espírito está presente”.

ENTRISTECER O ESPÍRITO SANTO

Cultivar um relacionamento com Deus promove a ação em nosso interior do seu Espírito Santo (Efésios 3:16-17), gerando seu fruto em nós. Em Efésios 4:17 a 5:21 o apóstolo Paulo torna em termos práticos como deve ser nosso viver/proceder diário. No versículo 4:30 lemos: “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção”.
O crente causa tristeza ou pesar ao Espírito Santo quando não da importância à sua presença, ou à sua voz e direção (Gálatas 6:6-7, Romanos 8:5-9). O próximo passo é acabar resistindo a Deus (Atos 7:51). O homem de dura cerviz é a descrição da pessoa orgulhosa demais para se deixar corrigir. Sabendo o que é o certo ou sendo convencido pela Palavra mesmo assim a pessoa não se arrepende. Dissimula e vive a aparência, não deixando que a Palavra de Deus o transforme.
Esse endurecimento (Hebreus 3:7-16) leva a ‘extinguir’ o Espírito Santo na vida da pessoa (1 Tessalonicenses 5:19,20), pois começará a desprezar a PRÓRPIA palavra de deus.
Não extingais o Espírito.
Não desprezeis as profecias. 1 Tessalonicenses 5:19,20
Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz,
Não endureçais os vossos corações,Como na provocação, no dia da tentação no deserto. Hebreus 3:7,8
Quando se resiste ao Espírito Santo impede-se seu agir, não dando mais ouvidos a sua Palavra, acaba extinguindo-o de sua vida.
O apóstolo João em sua primeira epístola capítulo 5 e versículo 16-17, fala que: “Há pecado para a morte e por esse não digo que ore” (1 João 5:16b). Jesus disse: “Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada” Mateus 12:31-32. No verso 34 entendemos que reputar as obras de Deus ao diabo é a causa.
O escritor de Hebreus fala do “agravo ao Espírito da Graça” e indaga que quem comete merece mais que a morte (Hebreus 10:27-31). E em Atos 5:3-4 lemos que o mentir ao Espírito Santo trouxe morte a Ananias e Safira.
A obscuridade na mente da pessoa leva-a a agir cruelmente contra a fé (2 Tessalonicenses 2:2)
e pode conduzi-la a um  ponto onde Deus não mais agirá nela, rejeitando-a para sempre.
O Senhor sabia que Judas Iscariotes tinha uma predisposição a ser um traidor (João 6:64) mas deixou-o com outros que também eram descrentes, para trabalhar-lhe o arrependimento. Porém, Judas resistiu-lhe até o fim, quando então o diabo entrou nele (Lucas 22:3). Após isso, ele entregou Jesus aos seus algozes, com sadismo e, por fim, preferiu suicidar-se a arrepender-se.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

O APOCALIPSE REVELA OS ACONTECIMENTOS DO FIM DOS TEMPOS


Não perca a oportunidade de conhecer as profecias do Apocalipse.

sábado, 24 de março de 2018

A MORTE NÃO É O FIM, É SEMPRE POSSÍVEL ESCOLHER A VIDA!

A MORTE NÃO É O FIM, É SEMPRE POSSÍVEL ESCOLHER A VIDA!

Pessoas que passaram por experiências com a morte e sentiram de perto   o seu poder arrebatador não podem ser como antes... resignificam melhor a vida, sim, sob qualquer circunstância. Mesmo diante da morte nossas escolhas são condição imutável da nossa imortalidade e da verdade irrevogável de que é sempre possível escolher a vida.
A vida é um presente de Deus e não tem preço. O apóstolo Tiago diz: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes”. (Tiago 1.17)
É uma falta de sabedoria, de prudência e de justiça não dar à vida o uso que Deus espera que façamos dela. O plano original de Deus era que os homens fossem eternos. O homem foi feito à imagem e semelhança de Deus. Isto incluía o fato da imortalidade.
Jó reconhece que a vida está nas mãos de Deus - (Jó 12.10): “Em sua mão está a vida de cada criatura e o fôlego de toda a humanidade”. (Jó 33.4): “O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida”.
A morte, para os salvos, não é o fim da vida, mas um novo começo. Neste caso, ela não é um terror (1Co 15.55-57), mas um meio de transição para uma vida mais plena. Para o salvo, morrer é ser liberto das aflições deste mundo (2Co 4.17) e do corpo terreno, para ser revestido da vida e glória celestiais (2Co 5.1-5). Paulo se refere à morte como sono (1Co 15.6,18,20; 1Ts 4.13-15), o que dá a entender que morrer é descansar do labor e das lutas terrenas (cf. Ap 14.13).
A Bíblia refere-se à morte do crente em termos consoladores. Por exemplo, ela afirma que a morte do santo “Preciosa é à vista do SENHOR” (Sl 116.15). É a entrada na paz (Is 57.1,2) e na glória (Sl 73.24); é ser levado pelos anjos “para o seio de Abraão” (Lc 16.22); é ir ao “Paraíso” (Lc 23.43); é ir à casa de nosso Pai, onde há “muitas moradas” (Jo 14.2); é uma partida bem-aventurada para estar “com Cristo” (Fp 1.23); é ir “habitar com o Senhor” (2Co 5.8); é um dormir em Cristo (1Co 15.18; cf. Jo 11.11; 1 Ts 4.13); “é ganho... ainda muito melhor” (Fp 1.21,23), é a ocasião de receber a “coroa da justiça” (ver 2Tm 4.8 ).
Escolher a vida implica em estar livre do poder da morte - Muitos vivem escravos do medo da morte – os verdadeiros filhos de Deus, tem a promessa da Palavra de que é  liberto do pavor da morte.
            Hebreus 2.15 - E outra vez: Porei nele a minha confiança. E outra vez: Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu.  E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;  E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.  Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão.  Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.

Escolher a vida implica, principalmente em seguir a Cristo – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”,  e andar segundo a Palavra de Deus - “O temor de Deus é a fonte de vida” - (Provérbios 14.29). Quando alguém vive debaixo do cuidado e do temor do Senhor, sua vida é prolongada na terra com promessas para a uma eternidade com Cristo.
Agora em que comemoro mais um ano de vida agradeço a Deus por esse dom maravilhoso.

Que Deus abençoe você.
Bjs Silvana

A ANSIEDADE


Texto: Mateus 6:25-34
Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?
Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?
Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?
(Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
Introdução
            Devemos começar nosso estudo desta passagem nos assegurando de que entendemos o que é o que Jesus proíbe e o que autoriza. O que Jesus proíbe não é a prudência que prevê o futuro a fim de tomar medidas necessárias para responder, oportunamente, a suas demandas. Ele proíbe o angustiar-se pelo amanhã antes de saber o que nos trará o amanhã. Jesus proíbe, sim, o temor ansioso, doentio, que é capaz de eliminar toda possibilidade de alegria de viver.
            No original grego para ansiedade se usa o termo “merimnan”, que significa preocupar-se ansiosamente, a ponto de alterar funções orgânicas e psicológicas.
Definição/discussão
            Mateus 6:25-34 - Nestes dez versículos Jesus apresenta sete argumentos  contra ansiedade:
            Começa assinalando (v. 25) que Deus nos deu a vida e que se tal foi a magnitude de seu dom, podemos confiar nEle com respeito às coisas menores. Se Deus nos deu a vida, certamente também nos dará o alimento que necessitamos para seu sustento. Se nos deu corpos, certamente podemos confiar que terá que nos dar também roupa para que os cubramos e abriguemos.   Se alguém  nos der  um  dom   que   não   tem preço, podemos confiar que sua generosidade   será   sempre   magnânima, que não será mesquinho nem surdo ante nossa necessidade. Portanto, a verdade é que se Deus nos deu a vida, podemos confiar em que nos dará todas as coisas que necessitamos para sustentá-la.
            Jesus prossegue falando das aves (v.26). Sua vida está desprovida de preocupação. Nunca armazenam o que podem chegar a necessitar em um futuro imprevisível; e entretanto seguem vivendo.  O Rabino Simeão disse: "Jamais em minha vida vi um cervo que tirasse figos, nem um leão que transportasse cargas, nem uma raposa que fosse comerciante, e entretanto todos eles se alimentam, sem preocupações. Se eles, que foram criados para me   servir,   vivem   sem   preocupações,   quanto mais eu, que   fui   criado   para servir   a   meu   Criador,   deveria   viver   sem trabalhar em excesso por meu alimento; mas eu  corrompi minha vida e, desse modo,   prejudiquei   minha substância."  Jesus   não   quer   dar   ênfase   ao   fato   de   que   as   aves   não   trabalham; tem-se dito que provavelmente o pardal seja um dos seres viventes que mais trabalha para comer; no que insiste é em que estão desprovidos de ansiedade. Não se poderia encontrar nos animais a preocupação do homem por vigiar um futuro que não pode ver; nem tampouco é  característico deles acumular bens a fim de desfrutar de uma certa segurança para o futuro.
            No versículo 27 Jesus prossegue demonstrando que toda forma de preocupação é inútil. Este versículo pode interpretar-se de duas maneiras distintas.   Pode significar que ninguém, por mais    que se preocupe, pode aumentar de estatura (a medida que Jesus usa como exemplo   equivale   a uns quarenta centímetros). Também pode significar que por mais que nos preocupemos não podemos acrescentar nem um dia à nossa vida, e este significado é mais provável. De todos os modos, o que Jesus quer dizer é que a preocupação é inútil.
            Jesus prossegue referindo-se às flores (vs. 28-30). Fala delas do modo como o faria alguém capaz das amar.  Os lírios  do  campo  a  que    faz  referência  são provavelmente  as papoulas   e   as  anêmonas que floresciam silvestres, durante um só dia nas serranias da Palestina. E entretanto,    durante  tão  breve  vida  estavam vestidas   de   uma   beleza   que   ultrapassava   a   dos   mantos   reais. Quando morriam, não serviam para outra coisa se não para serem queimadas. O forno que se usava nos lares palestinenses era feito de barro. Era uma espécie de cubo de barro que se   colocava  sobre  o  fogo.   Quando se  desejava elevar a temperatura desses fornos de modo rápido, adicionavam-se ao fogo   molhos   de   ervas   e   flores   silvestres   secas   e   uma  vez   acesos   eram postos dentro do forno. As flores do campo viviam um só dia, e depois somente serviam para ser queimadas e ajudar à mulher que queria assar algo e  tinha pressa. E entretanto,   Jesus   as   vestia   de   uma   beleza   que   o homem,   em   seus   melhores   intentos,   nem   sequer   pode   imitar.   Se Deus outorgar tanta beleza a uma flor, que somente viverá umas poucas horas, quanto mais fará a favor do homem? Certamente Deus em sua generosidade com uma flor de um dia, não deve esquecer do homem, que é a coroa de toda a criação.

Aplicação prática
            Leia 1 Pe 5:7 e Fl 4:6-7.  A ansiedade tem sido uma das armas do inimigo para gerar conflitos de toda ordem. A ansiedade pode lhe levar a perder tudo o que Deus tem planejado para sua vida, pois leva o homem/mulher à inquietação trazendo perturbação de espírito, o que leva à tomada de  decisões erradas.
            A ansiedade se manifesta de diferentes modos em nossas vidas e de uma forma ou de outra, todos nós sofremos as suas conseqüências. Ela na verdade é uma manifestação carnal, na qual o ser humano tenta se prevenir daquilo que não quer que aconteça. Funciona como um sistema de autodefesa e geralmente é desnecessário, pois o que tememos não é real. Jesus nos ensina em muitas ocasiões, como a ansiedade furta-nos do prazer de vivermos abundantemente em Sua presença, que deve ser o nosso objetivo maior e sem o que, a vida não faz sentido.
            É interessante observar que a ansiedade do homem tem estreita relação com a vida material; Vejabem o que ocorre no momento da crucificação de Jesus: um dos ladrões reclama de Jesus uma ação para livrá-los daquela situação. Ele na verdade está apenas tentando livrar-se da condenação para continuar a sua vida como antes; o outro ladrão, no entanto, reconhecendo o seu estado miserável de crime (pecado) e condenação pede a Jesus que lembre-se dele em outras palavras, perdoe-lhe os pecados.
            Quando dominados pela ansiedade por vezes queremos “dar ordens” a Deus, em como Ele deve agir a nosso favor... o que deve nos dar...               Jesus com Sua resposta ao ladrão da cruz nos mostra como Ele (Deus) está atento as necessidades dos que o buscam, pois como lemos na bíblia em diversas ocasiões, ele concede muito mais do que o que Lhe é pedido.